Quanta mesquinhez de minha parte com este título, não...
Nesta tarde, véspera de feriado, um feriado cristão, pra variar;
por volta das 16:30, uma colega de trabalho, chega perto de mim, e, começa um colóquio, com estas bobagens:
"Saiba que você é muito elogiado, você é preciso, rápido, e também querido, um tanto quanto eficiente no seu trabalho, e não só por mim, mas por muitas das demais que trabalham conosco!"Quanta repugnância, detesto tanto este tipo de comportamento que tive que responder o que realmente penso sobre o trabalho sem receio nenhum:
"Não gosto de trabalho, não gosto do trabalho, o trabalho oprime o homem, o trabalho cansa o homem, conforme já disse antes, nunca mudará, sempre será o trabalho que lavará o cérebro do ser humano, pois o homem, ora, o homem simplesmente está trocando sua vida pelo trabalho, isso parcialmente, de fato, pois muitos conseguem viver bem trabalhando, vivem bem, porém com cabresto, 'vivem bem com cabresto', eu infelizmente estou vivendo com esta droga de cabresto, mas não estou vivendo bem, vivo de uma forma execrávelmente mal, não consigo fazer o que preciso fazer, lógico, o fazer com mais importância, o fazer primordial, que é a faculdade, entro na sala sumamente cansado, exausto, com muito sono. Logo resumo que o trabalho me causa profundo males!"
Ela retruca:
"Você quer viver na ociosidade!"Sem pensar, e também sem nenhum pesar, respondo:
"Óbviamente, filosofia não combina com trabalho, e sim com ociosidade, pois o trabalho tira todo o tempo que eu necessito para estudar, pesquisar, perquirir e também indagar outros autores, pois pesquisa em filosofia nada mais é que isso, escrita, escrita, fichamentos, livros, livros, muitas esferográficas, conforme Bornhein diz, é preciso ter pano pra muita manga, pois nós gostamos de arregaçá-las, o tédio causado pelo trabalho me tira o que eu mais amo, 'a pesquisa', faz muito tempo, muito tempo que não faço uma pesquisa um tanto quanto séria em filosofia, adivinha o porquê?
O repugnante trabalho me causa tanto mal estar, que acabo perdendo a PHILOSOPHIA, 'amor ao saber, à sabedoria', mas o homem nasceu pra ser superado, Cris, por isso supero o trabalho, para ele não me consumir por completo, não busco elogios, quero fazer sempre o melhor, para me superar"
Sempre será assim, esta é a minha atitude perante o trabalho, lógico este é um tema demasiadamente relativo, busco críticas, e é o que eu mais terei, portanto comentem...
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